// Nossa história
De bancada para campo
A Vólux começou em 2021 num laboratório de eletrônica em Campinas, onde um grupo de engenheiros estava tentando entender por que tantos projetos de IA embarcada falhavam antes de chegar à produção. A resposta, na maioria dos casos, era simples: faltava conhecimento de hardware específico para edge computing. Os times sabiam treinar modelos, mas não sabiam o que acontecia quando esses modelos encontravam um acelerador compacto com 8 watts de orçamento de energia.
Esse diagnóstico virou projeto. Em vez de mais um repositório de tutoriais genéricos, o objetivo era criar material técnico que tratasse o hardware como o personagem principal — não como detalhe de infraestrutura. Os primeiros módulos foram testados com engenheiros de automação industrial em Campinas e Sorocaba antes de qualquer lançamento público.
Hoje a Vólux oferece três módulos de formação, do nível introdutório ao capstone de equipe, com foco em aceleradores compactos para inferência no dispositivo. O conteúdo parte das especificações físicas reais dos chips, dos desafios de conversão de modelos e dos cenários de campo que os participantes vão enfrentar — não de exemplos construídos em cluster de nuvem.
Missão
"Tornar o conhecimento de hardware de IA embarcada acessível para engenheiros e desenvolvedores que trabalham fora do ambiente de nuvem."
Referências numéricas
3+
anos de atividade
340+
participantes formados
3
módulos de formação
SP
base em Campinas
// Equipe
Quem faz a Vólux
Rafael Carvalho
Fundador & Instrutor Sênior
Engenheiro de sistemas embarcados com experiência em projetos industriais de automação. Conduziu os módulos iniciais de hardware para as primeiras turmas.
Luciana Mendes
Coordenadora de Currículo
Mestre em engenharia elétrica pela Unicamp, com foco em arquiteturas de inferência eficiente. Responsável pela estrutura pedagógica dos três módulos.
Thiago Santos
Mentor — Capstone
Atua como consultor técnico em projetos de edge para indústria agroindustrial e logística. Realiza as revisões individuais no programa sênior.
// Padrões editoriais
Como garantimos a qualidade do conteúdo
Revisão técnica por pares
Todo material novo passa por revisão de ao menos dois engenheiros com experiência prática na área coberta antes de entrar no curso.
Atualização periódica
O conteúdo de hardware evolui rápido. Os módulos são revisados a cada seis meses para refletir plataformas atuais e novas versões de ferramentas de conversão.
Exercícios testados em campo
Os laboratórios práticos são testados com hardware físico antes de serem incluídos. Problemas de compatibilidade são documentados e comunicados antecipadamente.
Privacidade de dados
Os dados dos participantes são tratados de acordo com a LGPD. Não compartilhamos informações com terceiros para fins de marketing sem consentimento explícito.
Feedback estruturado
Ao final de cada módulo, coletamos avaliações detalhadas dos participantes. Os resultados orientam ajustes de conteúdo a cada nova turma.
Compromisso editorial
O conteúdo Vólux não é patrocinado por fabricantes de hardware. As análises de plataformas partem de uso técnico real, não de acordos comerciais.
// Contexto técnico
Edge AI no Brasil: por que o hardware importa
A popularização de aceleradores compactos abriu caminho para que engenheiros e desenvolvedores brasileiros trabalhem com inferência de modelos fora do ambiente de nuvem — em sistemas embarcados, dispositivos industriais, equipamentos agrícolas conectados e infraestruturas com conectividade intermitente. Mas colocar um modelo funcionando de forma estável em um acelerador de baixo consumo exige uma compreensão do hardware que vai além da documentação oficial.
A Vólux foi construída para preencher esse espaço. Os cursos partem das características físicas dos chips — largura de banda de memória, arquitetura de processamento paralelo, orçamentos de energia por operação — e avançam para os desafios práticos de conversão de modelos, quantização e validação em campo. O objetivo não é transformar desenvolvedores em especialistas em silício, mas dar a eles o mapa técnico necessário para tomar decisões de hardware com clareza.
Com base em Campinas, SP, a Vólux está bem posicionada para atender o ecossistema tecnológico do interior paulista, onde há concentração relevante de indústria, agricultura de precisão e pesquisa universitária que trabalham com sistemas embarcados e IA aplicada.
// Próximo passo
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